domingo, 14 de fevereiro de 2010

Onde fica a Palavra?

Que mundinho medíocre estamos?
Que vontade era o que nós tínhamos
Onde que uma palavra não tem muito préstimo
E para as letras perdeu todo o estimo
Será que tudo isso virou uma utopia?
Que nada mais é do que uma mitologia?

Sinceramente não sei onde vamos parar!
Se logo logo não pensarmos em se reestruturar
Porque depender de uma assinatura
É mais do que uma fabulosa aventura
Á confiar na palavra do indivíduo
Que por sua natureza deveria ser assíduo

Fico por esses cantos a me indagar
Em que mundinho vamos parar
No entanto, se não tomarmos tento
Iremos perder todo o nosso alento
Que para um ser vital é imprescindível
E sua mudança de hábitos deve ser perceptível

Mas mesmo assim não deixo de sonhar
Que as pessoas cada vez mais irão se preocupar
Ao fato de uma palavra valer mais que a escrita
Afinal, pelo jeito não somos humanos, e sim parasitas
Parasitas de sonhos que se corrompem com o convívio
E que esse mundinho mude, será meu maior alívio

Naiara Conterno

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